Mar continua avançando, causando estragos e pondo em risco moradores das praias icapuienses. Burocracia empaca a liberação de recursos para obras de contenção
O dilema da praia da Barrinha
Ontem a maré atingiu sua altura máxima prevista para esse ciclo da lua: 3,8 metros. Como era esperado, as barreiras de contenção feitas com sacos de areia, pedras e entulhos das casas demolidas não impediram que o mar avançasse ainda mais na praia da Barrinha. Durante três dias de maré alta, o mar avançou de um a dois metros em direção as casas que restaram. Pode parecer pouco, mas essa aproximação se tornou mais "agonizante" para os moradores que não cessam de fazer comparações com um passado recente, onde o mar parecia estar tão longe. Hoje, as marés "lambem" o calçamento da rua principal.
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